domingo, 16 de maio de 2010

Internautas e carência

Vou confessar que não era minha primeira intenção ficar sem postar sábado. Veio toda aquela culpa de não ser responsável em manter um blog e tal, mas, por mais que minha vida não seja recheada de aventuras radicais e viagens extraordinárias, eu ainda tenho que dar licença à ela antes da Internet, sem ressentimentos. Principalmente nos fins de semana.

Ah, tudo bem, tem gente que pensa diferente. Dois tipos de gente, aliás. O primeiro é aquele que preza o profissionalismo acima de tudo, até mesmo da vida pessoal, e eu até entendo: se eu ganhasse dinheiro pra manter o blog com posts diários e tal, eu arranjaria tempo e assunto em qualquer dia. Mas o outro tipo é aquele que tem um ataque de nervos convulsão treco se não atualizar a vida virtual. Tipo, vá lá, eu já tive minha época dessas, mas é porque eu era uma criança e realmente minha vida real não era muito importante. Agora, "adultos", trabalhadores, com deveres... me poupem, tá? Cansei de ver pessoas que existem na Internet e são sombras quando saem de casa.

E sabe que foi bem esse tipo de gente que deixou uma pergunta (?) no meu formspring mofado, pedindo para que eu não desse relatos do meu dia no (cof cof) meu blog. Posso registrar a minha opinião sobre o assunto? UAU. Simplesmente porque eu tenho um leitor fiel que quer melhorar e crescer bloguisticamente comigo. E, sério, eu até o levaria em consideração pra não perder o fã, mas não vou. Afinal, meu blog é público pra ler: se você não quiser ler, vá escrever o seu, ora bolas!

Nota pessoal: criar uma sessão Críticas e Sugestões para o blog. #not

Mudando de clima totalmente. Hoje assisti àquele filme Sete Vidas, e, com essa notícia sobre a Dona Pipi no Fantástico, eu me peguei pensando em pessoas e na atenção que eu dou a elas. Eu não sou uma pessoa ruim (se o fosse, não sofreria esses conflitos dentro da minha cabeça), mas acabo não sendo tão prestativa quanto poderia ser, seja na utilidade, seja simplesmente no carinho. Ah, e eu queria poder mudar e ser a filha querida, irmã perfeita e amiga de todas as horas, mas por alguma razão é complicado. Eu sei que alguém além de mim já pensou que talvez pudesse ser melhor para aquelas pessoas que mais precisam de nós.

E eu não queria pedir desculpas. Pedir desculpas confirma o erro e eu, ariana, preferia não ter errado. Agora eu fico pensando que, na teoria, é tão fácil consertar isso; na prática, no entanto, o mais fácil pra mim é travar e não fazer nada. Socorro? Preciso de apoio pra mudar alguns hábitos meus, pelo bem daqueles que merecem. Se estão carentes de mim, é fato: estou carente deles. Família é família, não importa o que aconteça.

Estou escrevendo há muito tempo, mas continuo sendo distraída. Melhor ficar por aqui. Vou atualizar o blog com alguns links do lado direito, pra quem gosta de Fórmula 1 e de cozinhar (porque é bom ter um blog com um assunto específico, ao invés de apenas vomitar pensamentos no bloco de notas e postar pra ninguém).

Um comentário:

Matheus Chequim disse...

já te disse algumas vezes que não penso que seja o melhor vomitar pensamentos no bloco de notas secretamente. acho que você entendeu.

fica bem, bjs